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Era inoportunamente da noite, e por grave do sudário eu percebi minha prima espiando se eu ainda estava acordado, ao que eu fechei os olhos quando ela olhou. Imaginando que eu já estivesse dormindo ela foi até o DVD e colocou um filme pornô. Deduzi pelos gemidos a insignificante volume que só quem estava no quarto poderia escutar. Logo pude ouvir também os próprios gemidos dela e som de sua masturbação, mas eu estava voltado de costas na leito, e precisava ver aquilo. Eu era virgem, e também nunca tinha visto uma garota se masturbando. Meu pau já estava forte constituído pedra, e naquele pequeno calção sem cueca como me encontrava, não daria para dissimular caso ela me visse. Tentei ir girando aos bocados, e quando percebia meu movimento, ela mudava para um meato de tevê, e disfarçava até pensar que eu apenas me movimentava durante o sono. Até que quando me encontrava a meio giro para seu lado, ela virou de uma vez, quase me surpreendendo. Continuei fingindo dormir mas como estava prostrado com as espinhaço para a cama, não pude esconder o volume da minha ereção sob o sudário. Ela se levantou e veio até minha leito, e começou a me sacudir: — Léo! Eu sei que tu está fingindo, olha aqui pra mim. Fingi ainda estar acordando naquele minuto e bocejando. — O que foi? — O que foi que tu viu? — Nada. — É fechado Léo. Não conta pra absolutamente ninguém, por favor. — Contar o quê? — Vai continuar fingindo? Que pena, ia deixar você assistir também. — Basta lícito, eu vi Manu. Desculpe, mas prometo que não prosseguirei racontar nada. — Você que ver também? — Sim evidente. E ficamos os dois assistindo o filme pornô, porém percebi que nossas atenções começaram a se retornar mais um para o outro do que para o filme, já que ambos nos masturbavamos sob o mortalha, e um corpo de verdade era milénio vezes mais excitante do que a ficção. — Léo… — Sim. — Você têm namorada? — Não. — Logo nunca fez isso… — Não. E você? Já fez com seu namorado? — Ainda não. Sinto um pouco de pavor, e vergonha. — De quê? Você é incrível. — Você acha? — Lógico. Todos os meus amigos são loucos por você. — Léo… Almeja caminhar aqui pra leito? Antes que eu percebesse ter escutado falso, sento ao lado dela na cama, que sobe o camada para ocultar nós 2 sob o mesmo. E voltamos a nos masturbar, porém dessa vez apenas olhando a atividade um do outro. — Léo, posso pegar na seu pau. — Lógico, Manu. Sentir pela primeira vez uma mão que não fosse a minha subindo e descendo pelo meu cacete quase me leva a um orgasmo na mesma hora. Ela pega minha mão e leva até a própria buceta, e pude sentir aquele calor molhado do interior da minha prima dos sonhos, mesmo sem saber recta o que deveria fazer. Ela percebeu meu nervosismo, e guiou minha carola até o seu lindo úbere adolescente, que pôs para fora da camisola que usava. Provar o corpo feminino pela primeira vez, e daquela forma tão arriscada e proibida, foi demais para mim, que ao sentir sua mão cada vez mas forte no meu pau, não resisti e gozei jatos fortes que atingiram seus seios e abdômen, escorrendo em direção a sua virilha. Ao ver-se daquela forma lambuzada de esperma, minha prima enlouquece e cai de boca no meu pau que ainda pulsava jorrando esperma quente em sua boca. — Caralho que gostoso Léo. Eu quero este dentro, coloca vai! Mais uma vez sem esperar outra ordem, e com meu cacete sem amolecer um milímetro, prosseguirei desajeitadamente me encaixando entre as pernas da minha prima, e com nossas genitais extremamente lubrificadas de tesão pela onanismo e meu gozo, meu pau escorrega sem dificuldades para dentro da buceta virgem de minha prima, ela está alguma coisa temerosa e me pede para ir devagar, e prosseguirei controlando aos bocados a penetração. Me pergunta se já entrou tudo, e digo que não, e vou enterrando lenta e firmemente o cacete até o momento que é perceptível para ambos o rompimento de seu hímem, e meu pau entrando até o talo. Ela me pede para ficar número reduzido de minutos só parado lá dentro, enquanto faz uma faceta de dor. Pergunto se quer que eu retire,mas ela diz que está tudo bem, só precisa se acostumar alguma coisa com o volume e aguardar o calor passar. Meu pau pulsa sentindo o molhadinho e calor de sua bucetinha, e depois pequeno número de minutos, ela diz que eu posso pregar devagar. Quando início a incorporar e quase tirar, tenho certeza que sexo é a coisa mais gostosa que existe, porque eu só queria submergir naquele corpo pelo resto da vida, ainda mais quando escutava seus pequenos gemidos e o som de melado que meu pau fazia na penetração. Eu só me lembrava de me observar vez por outra quando ela me pedia para ir mas lentamente. — Manu eu não consigo me fiscalizar. Tua buceta é gostosa demais! E percebi que falar coisas daquele jeito, a de

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Era inoportunamente da noite, e por baixo do camada eu percebi minha prima espiando se eu ainda estava acordado, ao que eu fechei os olhos quando ela olhou. Imaginando que eu já estivesse dormindo ela foi até o DVD e colocou um filme pornô. Deduzi pelos gemidos a inferior volume que só quem estava no quarto poderia escutar.
Logo pude ouvir também os próprios gemidos dela e som de sua masturbação, porém eu estava prepóstero de dorso na leito, e precisava ver aquilo. Eu era virgem, e também nunca tinha visto uma garota se masturbando. Meu pau já estava duro feito pedra, e naquele pequeno calção sem cueca como me encontrava, não daria para dissimular caso ela me visse.

Tentei ir girando devagar, e quando percebia meu movimento, ela mudava para um conduto de televisão, e disfarçava até pensar que eu unicamente me movimentava durante o sono.

Até que quando me encontrava a meio giro para seu lado, ela virou de uma vez, quase me surpreendendo. Continuei fingindo dormir mas como estava deitado com as espinhaço para a cama, não pude esconder o volume da minha ereção sob o camada.

Ela se levantou e veio até minha cama, e começou a me sacudir:
— Léo! Eu sei que tu está fingindo, olha aqui pra mim.

Fingi ainda estar acordando naquele minuto e bocejando.

— O que foi?
— O que foi que tu viu?
— Nada.
— É severo Léo. Não conta pra absolutamente ninguém, por obséquio.
— Racontar o quê?
— Vai continuar fingindo? Que pena, ia deixar você assistir também.
— Sim legal, eu vi Manu. Desculpe, mas prometo que não prosseguirei contar nada.
— Você que ver também?
— Sim lógico.

E ficamos os 2 assistindo o filme pornô, porém percebi que nossas atenções começaram a se regressar mas um para o outro do que para o filme, já que os dois nos masturbavamos sob o sudário, e um corpo de verdade era mil vezes mas excitante do que a ficção.

— Léo…
— Sim.
— Você têm namorada?
— Não.
— Logo nunca fez isso…
— Não. E você? Já fez com seu namorado?
— Ainda não. Sinto alguma coisa de medo, e vergonha.
— De quê? Você é incrível.
— Você acha?
— Evidente. Minhas amigos são loucos por você.
— Léo… Quer vir cá pra cama?

De antemão que eu percebesse ter escutado falso, sento ao lado dela na cama, que sobe o mortalha para cobrir nós 2 sob o mesmo. E voltamos a nos masturbar, mas dessa vez apenas olhando a atividade um do outro.

— Léo, posso pegar na seu pau.
— Claro, Manu.

Sentir pela primeira vez uma mão que não fosse a minha subindo e descendo pelo meu cacete quase me leva a um orgasmo na mesma hora. Ela pega minha mão e leva até a própria buceta, e pude sentir aquele calor molhado do interno da minha prima dos sonhos, mesmo sem descobrir recta o que deveria fazer.

Ela percebeu meu nervosismo, e guiou minha carola até o seu bonito úbere adolescente, que pôs para fora da camisola que usava.

Confirmar o corpo feminino pela primeira vez, e daquela forma tão arriscada e proibida, foi demais para mim, que ao sentir sua mão qualquer vez mas possante no meu pau, não resisti e gozei jatos fortes que atingiram seus seios e abdômen, escorrendo em direção a sua virilha. Ao ver-se daquela forma lambuzada de sêmen, minha prima enlouquece e cai de boca no meu pau que ainda pulsava jorrando sêmen quente em sua boca.

— Caralho que gostoso Léo. Eu quero ele dentro, coloca vai!

Mais uma vez sem esperar outra ordem, e com meu moca sem molificar um milímetro, vou desajeitadamente me encaixando entre as pernas da minha prima, e com nossas genitais extremamente lubrificadas de tesão pela onanismo e meu gozo, meu pau escorrega sem dificuldades para dentro da buceta virgem de minha prima, ela está um pouco temerosa e me pede para ir devagar, e vou controlando aos bocados a penetração.

Me pergunta se já entrou tudo, e digo que não, e vou enterrando lenta e firmemente o moca até que é perceptível para um e outro o rompimento de seu hímem, e meu pau entrando até o talo. Ela me pede para ficar número reduzido de minutos só parado lá dentro, enquanto faz uma face de dor. Pergunto se almeja que eu retire,mas ela diz que está tudo bem, só precisa se habituar algo com o volume e esperar o ardor passar. Meu pau pulsa sentindo o molhadinho e calor de sua bucetinha, e após poucos minutos, ela diga que eu posso cravar lentamente.

Quando começo a incorporar e quase tirar, acompanhantes Barueri – https://www.namoradinhasp.com.br/acompanhantes-barueri/ tenho certeza que sexo é a coisa mais gostosa que existe, pois eu só queria reprofundar naquele corpo pelo resto da vida, ainda mais quando escutava seus pequenos gemidos e o som de melado que meu pau fazia na penetração. Eu só me lembrava de me controlar vez por outra quando ela me pedia para ir mas vagarosamente.

— Manu eu não consigo me monitorar. Tua buceta é gostosa

  

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Sorun bildir

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